Dia dos Pais: o abraço que fica para sempre
Ser pai é viver em pedaços espalhados: um sorriso que você ensinou, uma coragem que você emprestou, um conselho que ecoa mesmo quando o silêncio toma conta.
É ver o tempo passar e, ainda assim, guardar no peito o cheiro do primeiro abraço, o peso leve de um filho nos braços e a certeza de que aquele instante caberia na eternidade.
“Hoje, filho(a), quando você me abraça, eu percebo que não é mais o mesmo abraço de antes. É mais forte, mais consciente, mais cheio de histórias. Mas, no fundo, é o mesmo, porque carrega o amor que nunca mudou. Ser pai é isso: ser abrigo, estrada, farol. É não pedir nada em troca, mas receber tudo no olhar de quem a gente ama. E, nesse Dia dos Pais, eu só desejo que você saiba… cada abraço que me deu ficou para sempre comigo.”
E para quem hoje comemora na saudade, há abraços que o tempo não leva. Eles continuam vivos, mesmo que as mãos já não se encontrem. No Dia dos Pais, para quem carrega no peito a ausência de um pai, o amor não diminui, ele apenas muda de endereço.
Talvez hoje não haja almoço, risadas ou histórias novas para contar, mas há um baú cheio de lembranças que ninguém pode tirar. Cada conselho, cada olhar, cada palavra dita (ou não) permanece, como se fosse ontem.
Celebrar na saudade é acender no coração a certeza de que o amor entre pai e filho(a) não conhece despedida. Ele atravessa o tempo, o silêncio e até mesmo a ausência física.
E, se hoje você fecha os olhos e imagina o abraço dele, saiba que, de algum jeito, ele também te abraça.

Feliz Dia dos Pais — aos que estão aqui e aos que vivem para sempre em nós.




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